terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Projeto OS BRASIS E SUAS MEMÓRIAS


o projeto

O projeto “OS BRASIS E SUAS MEMÓRIAS: OS INDÍGENAS NA FORMAÇÃO NACIONAL” propõe-se a realizar pesquisa e produzir dados e interpretações novas sobre um aspecto muito pouco estudado e conhecido na história de nosso país – a continuada e persistente presença da população autóctone não só no período colonial e no século XIX, mas no brasil republicano e atual.


biografias

Com a iniciativa de reunir essas histórias gostaríamos de contribuir para recontar a história do brasil, para implodir os lugares comuns e estereótipos que nela são atribuídos às populações indígenas, produzindo em seu lugar novas fontes de pesquisa histórica.

É com esse intuito que estimulamos TODAS E TODOS PARA QUE CONTRIBUAM COM A CONSTRUÇÃO DE UMA OUTRA MEMÓRIA, conectada com os projetos políticos indígenas contemporâneos. Escolhemos para isso abordar a construção desses projetos e sua realização por meio das biografias indígenas. Ao escrever histórias de uma vida, difundimos histórias de outras vidas às quais aquela está entrelaçada: contamos a história de um povo, de um lugar. A partir da biografia, é possível explicitar, além de eventos e seus encadeamentos, os aspectos que melhor transmitem os propósitos, as estratégias coletivas contra arbitrariedades e violências, e as prioridades culturais e sociais de cada coletividade indígena. Que transmitem o que é fundamentalmente importante para viver, para todas elas!

coordenação

João Pacheco de Oliveira

| PPGAS/MUSEU NACIONAL/UFRJ


equipe

Aline Magalhães | Rita de Cássia Melo Santos | Pablo Antunha Barbosa | Bartolomeu Santos | Daniela Alarcon

colaboradores regionais

UFAM/PPGAS | Maria Helena Ortolan Matos

UFPA/PPGA | Katiane Silva

UEMA/PPGCSPA | Marivânia Furtado

UFC/PPGCS | Isabelle Braz Peixoto da Silva

UFRN/PPGAS | Carlos Guilherme Octaviano do Valle

UFRN/PROFHISTORIA | Ligio José de Oliveira Maia

UFPB/PPGA | Kelly Oliveira

UFCG/PPGCS | Mércia Rangel Batista

UFCG/PPGH | Edson Hely Silva

UPE/LAC | Vânia Fialho

UFPE/PPGAS | Edwin Reesink

UFAL/PPGAS | Claudia Mura

UFSB/PPGES | May Waddington

UFMT/PROIND | Carmen Lúcia da Silva

UFMT/PPGAS | Sônia Regina Lourenço

UFG/PPGAS/PPGS | Manuel Ferreira Lima Filho

SECADI/MEC | Rita Gomes do Nascimento

UNB/PPGAS | Henyo Trindade Barreto Filho

UFGD/FAIND | Neimar Machado de Souza

UFF/PPGH | Maria Regina Celestino de Almeida

UFRRJ/PPGH | Vânia Maria Losada Moreira

UFRRJ/CPDA | Andrey Cordeiro

UNICAMP/PPGAS | José Maurício Arruti

UFPR/PPGA | Ricardo Cid Fernandes

UFSC/PPGAS | Edviges Marta Ioris

UFRGS/PPGAS | Denise Jardim


como participar ?

Você deverá elaborar um ENSAIO BIOGRÁFICO SOBRE UM PERSONAGEM INDÍGENA que contenha informações relevantes sobre a trajetória do/a biografado/a, entre as quais (quando houver e for pertinente): nascimento, filiação, escolarização, trabalho, situação fundiária da família, deslocamentos territoriais, atuação política/religiosa e episódios de destaque.

Por meio dos ensaios biográficos espera-se abordar a vida de cada indivíduo e os elementos da história de cada povo indígena.

Os ensaios devem ser enviados em arquivos.doc ou congêneres. Espera-se que tenham entre 5 e 30 páginas, times new roman, 12, espaçamento 1,5. Devem conter TÍTULO, AUTORIA, FILIAÇÃO ACADÊMICA e CONTATO dos autores. As contribuições devem ser remetidas para o email: osbrasisesuasmemorias@gmail.com.

Os textos serão analisados pelo comitê editorial do projeto que entrará em contato com os autores, eventualmente sugerindo modificações para a publicação.

sábado, 16 de dezembro de 2017

Grupo de Estudo 'Os Pankararu na metrópole: Antropologia e Saúde'



Este grupo de estudos foi criado em dezembro de 2017 por uma parceria entre a equipe médica da UBS - Unidade Básica de Saúde Real Parque, coordenada pelo dr. Marco Antônio Silva dos Santos e pesquisadores do  CPEI da UNICAMP (Linha de Pesquisa 'Territórios indígenas: territorialidades, territorializações, sobreposições e urbanidades').

O objetivo é permitir que os pankararu, a equipe médica da UBS e os pesquisadores da UNICAMP compartilhem experiências e discutam trabalhos de pesquisa já finalizados ou em curso.

O grupo teve início em dezembro de 2017 e se reunirá mensalmente, sempre às quintas de manhã, na sede da Associação SOS Pankararu (R. Paulo Burroul, 420, Real parque, Bairro do Morumbi, São Paulo)


Sobre o contexto de pesquisa desta atividade, clique aqui.

Para uma breve introdução aos Pankararu e sua bibliografia, clique aqui.








Agenda do 1o. semestre de 2018:


  • Fevereiro, 22 - Discussão do TCC de Amanda Mayumi Matsuyama, "Reflexões sobre temporalidade, sintonização e intermedicalidade na saúde da comunidade Pankararu no Real Parque" (Psicologia, USP, 2018), com a autora.
  • Março, 22 - Discussão da Dissertação de mestrado de Juliana Gonçalves Fidelis, "Integralidade e indígenas urbanos: análise dos relatos de profissionais e usuários de uma unidade básica de saúde no município de São Paulo" (Estudos Culturais, Unifesp, 2014), com a autora.
  • Abril, 26 - Dissertação de Rafael Lopes, "Cura Encantada: Medicina Tradicional e Biomedicina entre os Pankararu do Real Parque em São Paulo" (Enfermagem, USP, 2011), com o autor.
  • Maio, 24 - Cineclube Pankararu: Discussão dos documentários:
    • Do São Francisco ao Pinheiros (https://vimeo.com/32627976) de Paula Morgado e João Claudio de Sena, com a autora.
    • Educação Pankararu (https://vimeo.com/194892026 senha: pankararu) de José Maurício Arruticom o autor.
  • Junho, 28 - Oficina sobre os primeiros resultados do "Censo Demográfico Colaborativo dos Pankararu residentes em São Paulo - Etapa Real Parque. Observatório das Migrações em São Paulo (FAPESP/CNPq/NEPO/Unicamp)", 2017.

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

25 anos de "História dos Índios no Brasil”



11 de dezembro         

9h – ABERTURA DO EVENTO

09h15 – MESA 1 – Arqueologia
Mediador: Eduardo Natalino dos Santos 
The Worlds of the Indigenous: Past, Present and Future – Anna C. Roosevelt (University of Illinois at Chicago)
O passado não é mais como era antigamente: a história antiga do Brasil 25 anos depois de História dos índios no Brasil – Eduardo Neves (Universidade de São Paulo) 
A história de longa duração do Alto Xingu e a arqueologia do futuro – Michael Heckenberger (University of Florida)
Arqueologia e História dos Povos indígena no Brasil: um estudo sobre a mobilidade territorial dos Asurini do Xingu – Fabíola Andréa Silva (Universidade de São Paulo)
Sociedades complexas na Amazônia pré-colonial: novas abordagens – Denise Maria Cavalcante Gomes (Universidade Federal do Rio de Janeiro)                     

12h às 13h30 – ALMOÇO

13h30 – MESA 2 – Acervos, museus e coleções
Mediadora: Sylvia Caiuby                
Fontes da História indígena: coleções etnográficas – Lucia Hussak van Velthem (Museu Paraense Emílio Goeldi)
Coleções etnográficas: fontes documentais para a história das artes indígenas das Terras Baixas da América do Sul – Aristóteles Barcelos Neto (University of East Anglia)
Índios em Portugal: perspectivas a partir de exposições museológicas – Beatriz Gomes Rodrigues (Universidade de Lisboa)
Imagens Bororo: reencontro, sobrevivência e memória – Edgar Teodoro da Cunha (Universidade Estadual Paulista)
Arquivos do futuro: questões para a guarda de documentação recente relativa a povos indígenas – Luísa Valentini (Universidade de São Paulo)
A história dos índios fora do Brasil – Neil Safier (John Carter Brown Library)                                  

16h às 16h30 – INTERVALO

16h30 – MESA 3 – Memória e territorialidade
Mediador: Eduardo Góes Neves                  
Pajés e Pearas: a construção dos coletivos Mura na Amazônia – Marta Amoroso (Universidade de São Paulo)
História indígena no rio Uaupés: genealogias e transformações de seus povos e paisagens – Geraldo Andrello (Universidade Federal de São Carlos), Manuel Arroyo-Kalin (University College London) e Arlindo Maia Ye’pa Masa (Tukano)
Perspectivas indígenas sobre o contato e o isolamento no médio Purus (Amazonas) – Karen Shiratori (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Os povos Kagwahiva do sul do Amazonas: de multiplicidades a múltiplas unidades – Edmundo Antonio Peggion (Universidade Estadual Paulista/ Universidade Federal de São Carlos)   

12 de dezembro

8h30 – MESA 4 – Agência e perspectivas dos índios
Mediador: Renato Sztutman         
Reforma e revolução: repensando as maneiras indígenas de mudar o próprio mundo – Carlos Fausto (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Protagonismo indígena e revisões historiográficas: algumas reflexões – Maria Regina Celestino de Almeida (Universidade Federal Fluminense)
Como povoar a história de índios: reflexões a partir da leitura da autobiografia de Álvaro Tukano – Mariana da Costa A. Petroni (Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira)
O fim das guerras: a perspectiva xikrin sobre a pacificação e o contato – Clarice Cohn (Universidade Federal de São Carlos)
Sobre políticas indigenistas e políticas indígenas: propostas analíticas – Fernanda Sposito (Universidade Federal de São Paulo)     

10h30 – MESA 5 – Trabalho dos índios 
Mediador: Fabíola Andrea Silva  
Escravidão e outras modalidades do trabalho indígena em São Paulo colonial: considerações e revisão historiográfica – Gustavo Velloso (Universidade de São Paulo)
O trabalho indígena no Brasil durante a primeira metade do século XIX: novas perspectivas de pesquisa – André Roberto de A. Machado (Universidade Federal de São Paulo)
A persistência do aviamento: colonialismo e história indígena no Noroeste Amazônico – Márcio Meira (Museu Paraense Emilio Goeldi)
Trabalho e agência indígena na história colonial: um balanço historiográfico – Camila Loureiro Dias (Universidade Estadual de Campinas)                        

12h às 13h30 – ALMOÇO

13h30 – MESA 6 – Saberes indígenas
Mediador: Pedro Cesarino             
Línguas retomadas – Bruna Franchetto (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Cultura e memória: a comunicação indígena contemporânea em perspectiva – Eliete Pereira (Universidade de São Paulo)
O protagonismo indígena no contexto dos saberes tradicionais e acadêmicos: a construção da história indígena em Roraima – Laiana Pereira dos Santos (Universidade Federal de Roraima)
Os donos das narrativas: narradores e produtores indígenas de livros no alto Rio Negro – Samir R. F. de Angelo (Universidade de São Paulo)
As cartas potiguaras revisitadas – Ruth Monserrat (Universidade Federal do Rio de Janeiro), Bartira Barbosa (Universidade Federal de Pernambuco) e Cândida Barros (Museu Paraense Emilio Goeldi).

16h-16h30 – INTERVALO

16h30 – MESA 7 – Ensino de história indígena
Mediadora: Camila Loureiro Dias
História indígena na escola regular – Antonia Terra de Calazans Fernandes (Universidade de São Paulo)
O ensino de história indígena nas escolas não indígenas antes e após a lei n.11.645/2008– Circe Fernandes Bittencourt (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo)
Falar bem dos astecas, maias e incas é falar mal dos outros índios? – Eduardo Natalino dos Santos (Universidade de São Paulo)       

13 de dezembro         

09h – MESA 8 – História, memória e identidade   
Mediador: José Maurício Arruti    
Memória, identidade e língua geral da Amazônia (Nheengatú) – Sâmela Ramos da Silva (Universidade Federal do Amapá)
Notas sobre uma teoria kaiowá acerca das transformações dos brancos e suas relações – Diógenes Cariaga (Universidade Federal de Santa Catarina)
Tecendo a memória ancestral na perspectiva indígena – Márcia Mura (Universidade de São Paulo) História indígena no Baixo Tapajós e Arapiuns revisitada – Leandro Mahalem de Lima (Universidade de São Paulo)
Dos modos de construção da história e do evento entre os Paiter Suruí – Nicodème de Renesse (Universidade de São Paulo)
A história antropológica do oeste do Pará: terras e rios entre índios, indígenas e ribeirinhos – Mark Harris (University of St Andrews)                 

12h – 13h30 – ALMOÇO

13h30 – MESA 9 – Novas fontes
Mediadora: Beatriz Perrone-Moisés           
Quando falam os índios: novas fontes para o estudo dos povos indígenas no Brasil – Patrícia Sampaio (Universidade Federal do Amazonas) 
Acervos e memória xetá: “como a gente vivia” – Edilene Coffaci e Rafael Pacheco (Universidade Federal do Paraná)
A imbricação entre etnologia e história no estudo das fontes: o caso exemplar do Relatório Figueiredo – Izabel Missagia de Mattos (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)                 

15h-15h30 – INTERVALO

15h30 – MESA 10 – Relações com o Estado
Mediador: Stelio Marras 
Povos indígenas e poder judiciário: uma reflexão a partir do caso da Terra Indígena Maró – Ib Sales Tapajós (Universidade Federal do Oeste do Pará)
História e direitos territoriais indígenas em Roraima: um balanço – Nádia Farage (Universidade Estadual de Campinas) e Paulo Santilli (Universidade Estadual Paulista)
Do “Brasil: outros 500” aos tempos sombrios do Brasil: terra, justiça e reconhecimento histórico dos índios e povos indígenas – Vânia Maria Losada Moreira (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
O Estado Militar e as populações indígenas – Rochelle Foltram (Universidade Federal dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri)                 

17h – MESA DE ENCERRAMENTO 
Mediadora: Marta Amoroso
Manuela Carneiro da Cunha (USP/Un. Chicago), 
Ailton Krenak (Núcleo de Cultura Indígena)
Joziléia Kaingang (Universidade Federal de Santa Catarina) 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

CONFIGURAÇÕES HISTÓRICAS DE UM CONFLITO – os pankararu e os posseiros



Colaboração ao Observatório Socioambiental
Página de apoio aos povos indígenas, comunidades tradicionais em situação de vulnerabilidade por conflitos territoriais e que sofrem racismo socioambiental

"Nos embates públicos que marcam a disputa em torno das terras Pankararu, é comum que os “posseiros” (ocupantes não indígenas) mobilizem constantemente dois tipos de argumentos contra as reivindicações territoriais pankararu e em favor de sua própria permanência nas terras já demarcadas como indígenas. De um lado, argumentam que não haveriam distinções significativas entre famílias indígenas e não indígenas, tanto do ponto de vista material, quanto do ponto de vista social, reivindicando em favor disso os constantes casamentos entre os dois grupos, quase sempre de um jovem posseiro com uma jovem indígena. Neste caso, a distinção entre índios e não-índios seria uma "invenção" da Funai. De outro lado, colocam-se na posição de grupo ameaçado de expropriação de posses ancestrais, sem garantia de reassentamento, de forma que a sua luta seria apenas mais um capítulo da luta pela terra no Brasil. Este texto não tem a intenção de responder tais argumentos, tarefa que cabe legitimamente aos próprios pankararu, mas tecer comentários sobre eles, tomando por base uma breve reconstituição das diferentes configurações histórico-discursivas deste conflito..."

Artigo disponível em:http://bit.ly/2zlCGmA

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

IX Seminário de Demografia dos Povos Indígenas no Brasil

GT Demografia dos Povos Indígenas no Brasil
2017-10-03 - 2017-10-05
Cedeplar/UFMG, Auditório 2 - Universidade Federal de Minas Gerais - Belo Horizonte



O seminário Demografia dos Povos Indígenas no Brasil, que estará em sua nona edição neste ano, é, juntamente com o Encontro Nacional de Estudos Populacionais, o principal evento científico nacional dedicado ao tema da Demografia dos Povos Indígenas. Reúne pesquisadores, representantes indígenas e demais interessados na temática em três dias de apresentações no formato de mesas redondas e sessões temáticas. Com foco tanto em investigações realizadas em comunidades específicas, como naquelas realizadas a partir de bases secundárias (incluindo dados censitários e sistemas nacionais de informação), o intuito é aprofundar e sistematizar o conhecimento e as reflexões sobre dinâmica demográfica dos povos indígenas do Brasil. Além disso, busca promover debates entorno da demografia indígena nos seus diversos campos de conhecimento, estreitando laços entre a demografia, a antropologia e a sociologia. Outro foco importante do evento são das análises dos resultados dos últimos censos demográficos do País, com destaque para o tema da visibilidade dos povos indígenas nas estatísticas nacionais.



03 de outubro 

13:30-13:45 

Sessão de abertura 

  • Ricardo Ojima (ABEP), 
  • Marta Azevedo (UNICAMP), 
  • Cláudio Santiago (UFMG), 
  • Laura Wong (UFMG) 

13:45-14:45 

Conferência de abertura - Quinze anos da criação do GT de Demografia dos Povos Indígenas da ABEP: memórias afetivo-acadêmicas 

  • Marta Azevedo (UNICAMP) 

15:00-17:00 

Mesa redonda 1: Territórios, etnias e línguas indígenas: diálogos entre o campo e as bases demográficas 

Coordenadora/debatedora: Marta Antunes (IBGE), 
  • Elizabeth Pissolato (UFJF), 
  • Rogerio Do Pateo (UFMG), 
  • Alessandra Traldi (UNICAMP)
  • Gerson Marinho (UFRJ), 
  • Ricardo Ventura (FIOCRUZ e UFRJ) 

17:00-18:00 

Comunicações breves: análises em brotamento 

Coordenador/debatedor: Claudio Santiago (UFMG) 
Barbara Cunha (FIOCRUZ), Renata Mota (FIOCRUZ), Ludmila Raupp (PUC/RJ) e Rosa Victoria Salinas (UFMG) 

04 de outubro 

09:00-11:00 

Mesa redonda 2: Perspectivas e perfis demográficos sobre a população indígena 

Coordenador/debatedor: Pery Teixeira (MS) 
  • Marden Campos (UFMG) 
  • Laura Wong (UFMG) 
  • Bernardo Lanza (UFMG) 
  • Leandro Okamoto (IBGE) 

11:15-12:15

Palestra 1: O urbano dos indígenas 

Coordenador: Marden Campos (UFMG) 
  • Roberto Monte-Mor (UFMG) 

14:00-16:00 

Mesa redonda 3: Indígenas em contextos urbanos 

Coordenador/debatedor: Ricardo Ojima (UFRN) 
  • Diego Macedo (UFMG) 
  • José Maurício Arruti (UNICAMP)
  • Clarice Pankararu (Liderança Indígena) 

16:30-17:30 

Comunicações breves: análises em brotamento 

Coordenadora/debatedora: Luciene Longo (IBGE) 
Flávia Lacerda/Nubia Lorenzoni (UFMG), Vanessa Ferreira (UFMG), Caio Bibiani (UFMG) e Bruna Barradas/Italo Matos (UFMG) 

05 de outubro

09:00-10:15 

Palestra 3: Escolarização entre os povos Indígenas no Brasil: desafios para categorização e mensuração 

Coordenadora/debatedora: Marta Azevedo (UNICAMP) 
  • Ana Maria Gomes (UFMG) 

10:30-12:30 

Mesa redonda 4: Cenários para captação de dados para populações tradicionais no Censo 2020 

Coordenador/debatedor: Ricardo Ventura Santos (FIOCRUZ e UFRJ) 

  • Gustavo Junger da Silva (IBGE) 
  • Marta Antunes (IBGE) 
  • Fernando Damasco (IBGE)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Visita a UFOPA

Entre os dias 18 e 25 tive a oportunidade de conhecer a UFOPA - Universidade Federal do Oeste do Pará e uma parte das pesquisas desenvolvidas no ICS - Instituto de Ciências da Sociedade e no ICED - Instituto das Ciências da Educação.
Também tive a oportunidade de conhecer a sua bem sucedida iniciativa de Processo Seletivo Especial Indígena e Quilombola, e conversei com alguns desses estudantes. Desta iniciativa resulta a UFOPA ser hoje a universidade mais diversa do país, com 350 estudantes indígenas e 150 estudantes quilombolas.
Agradeço a oportunidade à Judith Costa Vieira, Luciana Gonçalves de Carvalho, Florêncio de Almeida Vaz Filho, Gilberto Cesar Lopes Rodrigues e Nirson Medeiros Silva Neto